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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A Mulher de Ló Um Exemplo a Não Seguir


Lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32).


        Mas, pra que? Com tantas pessoas de quem temos que nos lembrar, para que nos lembrarmos da mulher de Ló? Ela viveu há tanto tempo! Não há sequer um retratinho dela, nem o seu nome sabemos!
Essa mulher! Mulher-modelo! Sim, modelo a não ser seguido. Todos nós somos tentados a agir como ela, em sua loucura momentânea e fatal.
Era Ló o seu esposo, e ambos viviam com as duas filhas na cidade de Sodoma. A cidade tinha uma característica: era promíscua. A homossexualidade grassava livre, solta e generalizada por sua população. Ló incomodava-se com isso, mas, como era um estrangeiro, pouco podia fazer. Pelo menos suas filhas estavam encaminhadas. Elas tinham maridos. Diz-nos a bíblia que os clamores sobre essa cidade subiram ao Senhor. Provavelmente os de Ló, homem de oração.
Nenhuma oração que fazemos, quando sincera e cônscia da presença do Senhor, é vã ou sem resposta. À semelhança das ondas de rádio, que se propagam perpetuamente pelo universo, ao ponto de poderem ser ouvidas novamente algum dia (dizem os entendidos), as orações também não se perdem. Em Apocalipse está escrito que elas serão lançadas com incenso sobre a Terra, nos dias de juízo (Ap 8.4). Ló orava e Deus atendeu aos seus clamores.
Dois anjos e o Senhor foram até Abraão notificá-lo da destruição iminente de Sodoma. Enquanto Deus ficara com Abraão, os anjos desceram à cidade. Ali, na praça, encontrados por Ló, foram convidados para hospedarem-se em sua casa (a bíblia recomenda que sejamos hospitaleiros, pois alguns podem estar hospedando anjos, cf Hb 13.2).
Ao entrarem em casa de Ló, os homens da cidade foram à porta exigir que os visitantes fossem postos para fora, para serem abusados sexualmente. Ló implorou-lhes que nada lhes fizessem, pois estavam debaixo de seu teto. A gentalha ralhou com ele, dizendo que um estrangeiro não deveria dar-lhes ordens, e agora iriam abusar dele mesmo. Foi quando os anjos o recolheram para casa, cegaram o populacho e mandaram que Ló e a família saíssem o mais cedo possível, pois haveria uma chuva de fogo e enxofre, destruindo tudo. Mas instou com eles: não olhem para trás.
Ló, a esposa e as duas filhas saíram. Os genros não quiseram, não acreditaram. “Não olhem para trás”, era a ordem. Correram estrada afora. Infelizmente a mulher de Ló, não se sabe porque, se por zelo da casa, misericórdia dos que ficaram, curiosidade ou medo, olhou para trás. Imediatamente foi transformada numa estátua de sal, prefigurando o Mar Morto que se formaria naquela área.
“Lembrai-vos da mulher de Ló”, que olhou para trás. Quantos de nós, depois de sermos resgatados do mundo, somos tentados a voltar à velha vida, aos velhos hábitos, às velhas alegrias! “Não olhem para trás”. Quem lança mão do arado e olha para trás não é digno do Reino (Lc 9.61). Jesus diz que quem olha para trás é como o “sal insípido”, que para nada mais presta, senão para ser lançado fora (Mt 5.13), como o sal que compunha a estátua daquela que fora uma mulher eleita, pois escolhida para sair da destruição em função do esposo justo que tinha. Quem olha para trás é semelhante ao cão que volta ao próprio vômito ou à porca que volta ao seu próprio lamaçal (II Pe 2.22)
CONCLUSÃO: Se for o seu caso, ainda há tempo, pois o “fogo e o enxofre” não caíram sobre a Sodoma e Gomorra deste fim dos tempos. Ainda temos um advogado perante o Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados (I Jo 2.2).

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

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"Quão formosos são os pés dos que anunciam a PAZ"!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O Homem Que Orava
Testemunho de J. Pengwern Jones


John Hyde foi grandemente usado para abençoar minha vida. Já havia lido aquele precioso livro de Andrew Murray, `Com Cristo na Escola de Oração´, e pude ver neste homem um exemplo vivo de alguém que estava de fato com Cristo na sua escola de oração.

Seu exemplo deu-me um profundo anseio e também inspiração para me matricular como aluno nesta escola...

Jesus, nosso grande Sumo Sacerdote, deseja `companheiros´, `colegas´, `participantes´, para entrarem junto com ele no santuário como intercessores.

O sumo sacerdote dos tempos antigos tinha de entrar no Santo dos Santos sozinho, mas nosso Sumo Sacerdote suplica para que haja companheiros para estarem ao seu lado.

Hyde era exatamente isto, e parece-me estranho que tenhamos tanta relutância em assumir este tremendo privilégio de ser `co-intercessores´ junto com ele...

A primeira vez que encontrei John Hyde foi em Ludhiana, no Punjab (na Índia), onde ele morava na época. Eu fora convidado para falar algumas palavras sobre o avivamento na região dos montes Khassia, na Índia, para a Conferência da Missão Presbiteriana dos Estados Unidos, que estava realizando sua assembléia anual nesta época.

Viajei a noite toda, saindo de Allahabad e chegando em Ludhiana de madrugada.

Levaram-me para tomar chá junto com os delegados do Congresso, e com os demais que estavam lá. Fui apresentado a Hyde que estava do lado oposto da mesa. Tudo que disse a mim foi: `Quero falar com você. Estarei esperando perto da porta.´

Lá estava ele me esperando, e suas primeiras palavras foram: `Venha comigo à sala de oração. Queremos você lá.´ Eu não sabia se era um pedido ou uma ordem. Sentia que tinha de ir.

Falei com ele que havia viajado a noite toda, que estava cansado, e que teria de falar às quatro da tarde, mas acompanhei-o assim mesmo.

Encontramos meia dúzia de pessoas ali, e Hyde se colocou de rosto em terra diante do Senhor. Ajoelhei-me, e uma estranha sensação começou a tomar conta de mim.

Algumas pessoas oraram, e depois Hyde começou a orar, e a partir daí não me recordo de muita coisa. Eu sabia que estava na presença do próprio Deus, e não tinha nenhum desejo de sair daquele lugar.

Na verdade, acho que nem pensei de mim mesmo ou do lugar onde estava, pois havia entrado em um outro mundo e queria permanecer ali.

Entramos naquela sala por volta das oito horas da manhã. Várias pessoas entraram e outras saíram depois disso, mas Hyde ficou prostrado de rosto em terra, e dirigiu o grupo em oração várias vezes.

As refeições foram esquecidas, e minha sensação de cansaço evaporou. O relatório do avivamento e a mensagem que deveria entregar, que estavam me causando tanta ansiedade, saíram totalmente da minha mente, até umas três e meia da tarde, quando Hyde se levantou. Percebi então que estávamos sozinhos na sala de oração.

`Você vai falar às quatro horas,´ ele disse para mim. `Vou levá-lo para tomar uma xícara de chá.´ Respondi que certamente ele também precisava comer alguma coisa, mas ele disse: `Não, não quero nada, mas você precisa de alguma coisa.´

Passamos rapidamente no meu quarto, e nos lavamos apressadamente, e em seguida tomamos uma xícara de chá cada um. Então já estava na hora da reunião.

Ele me levou até a porta, tomou minha mão e disse: `Entre e fale. Esta é a sua tarefa. Voltarei à sala de oração para orar por você. Este é o meu trabalho. Quando acabar o culto, venha para a sala de oração outra vez, e louvaremos a Deus juntos.´

Que sensação, semelhante a um choque elétrico, passou por mim quando nos separamos ali. Foi fácil falar, mesmo através de um intérprete.

O que eu disse, não sei. Antes de terminar, porém, o intérprete indiano, sobremodo comovido pelos seus sentimentos e pelo Espírito de Deus, não conseguiu continuar, e teve de ser substituído.

Sei que o Senhor falou naquela noite. Falou comigo, e falou com muitos outros.
Reconheci o Poder da Oração


Foi assim que reconheci o poder da oração. Quantas vezes já havia lido de bênçãos em resposta a oração, mas isto impactou-me de tal maneira naquela noite que desde então procuro alistar guerreiros de oração para orar por mim todas as vezes que tenho de entregar uma mensagem de Deus.

Foi uma das reuniões mais maravilhosas que já tive o privilégio de experimentar, e sei que foi resultado do santo guerreiro de oração que estava lá por trás dos bastidores.

Voltei à sala de oração após o culto, para junto com ele louvar ao Senhor. Ele não fez pergunta alguma, se o culto fora bom ou não, se as pessoas foram abençoadas ou não, nem pensei em dizer-lhe da bênção que eu recebera pessoalmente, ou de como suas orações haviam sido respondidas.

Era como se já soubesse de tudo, e como era poderoso seu louvor ao Senhor! Foi tão fácil para mim louvar ao Senhor junto com ele, e falar com Deus da bênção que me enviara. Conversei muito pouco com ele naquela conferência.

Sabia muito pouco sobre ele, e estranhamente, não tive desejo de dirigir-lhe pergunta alguma. Mas um novo poder entrara na minha vida, humilhando-me e dando-me uma visão completamente nova da vida de um missionário, ou até mesmo da vida de um cristão.

O ideal que me foi revelado naquela época nunca se perdeu, pelo contrário, com o passar dos anos, há um anseio cada vez mais profundo de atingi-lo.

Conversei com alguns missionários sobre Hyde, e descobri que antes muitos não o haviam compreendido, mas agora seus olhos estavam sendo abertos ao fato de que este não era um obreiro comum, mas alguém especialmente revestido com o espírito de oração, dado por Deus para a Índia para ensinar as pessoas a orar.

Anos depois, perguntei-lhe se naquela época ele havia percebido que os missionários não estavam a favor da quantidade de tempo que passava em oração.

Com aquele sorriso doce que eu jamais poderei esquecer, ele respondeu: `Oh sim, eu sabia, mas era porque não me compreendiam, só isto. Não era intenção deles ser antipáticos comigo.´

Não pude detectar nele um átomo de amargura. E realmente agora os missionários já falavam da suas longas vigílias de oração com aprovação.

Provavelmente Hyde não passou uma noite dormindo durante aquela primeira conferência em que estivemos juntos, e o Senhor o honrou.

Ele não apareceu diante do povo, mas em resposta a suas orações, muitos foram abençoados. Creio que uma nova era na história da Missão, e na história da província de Punjab, foi inaugurada naquela época.

Extraído de `Praying Hyde´ (O Homem Que Orava), compilado por Captain E. G. Carré.

sábado, 30 de janeiro de 2010


O Pentagrama-Lv 16
Estrela de 5 pontas de cabeça para baixo.Símbolo do Satanismo, tendo em si a figura de um bode. Esse bode, segundo o satanismo, sairá para o deserto(as nações) levando consigo as iniquidades(maldições) do povo.
Essa estrela de 5 pontas representa diretamente:
  1. Satanás( o grande dragão)-Ap.12.3
  2. Belzebu(principe das moscas-miséria) IIRs 1
  3. Astarote(Diana-deusa da fertilidade,promiscuidade sexual)-At 19.24
  4. Asmodeu(guerra)Mt 24.6/Tg 4.1
  5. Leviatã(serpente marinha) -Is 27.
Observemos as iniciais e consideremos o seguinte:
  • BAAL quer dizer"Senhor"
  • BAAL, na verdade, para o satanismo é uma sigla
  • Para o satanismo , esse ano o Brasil será protegido por Yemanjá(a rainha do mar). MAR - Isso não lembra nada a você?
  • Isso mesmo! Mar, Yemanjá, Leviatã!
  • Leviatã acompanhado de seus aliados, hum!
  • Pode-se prever o que vai acontecer nesse Carnaval
OREMOS PELO BRASIL!!!!
"Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor" Sl 33. 12



Jovens e Crianças recebem Novo Testamento em Almeirim
Obrigado a todos os Colaboradores Missionários!

terça-feira, 21 de julho de 2009


A Marca da Besta e o Dinheiro Eletrônico
“... e que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser o que tivesse a marca ou o nome da besta, ou o número do seu nome” Ap 13.17. Você prestou atenção? O Apóstolo João no livro de Apocalipse já tinha nos falado do dinheiro eletrônico! Haveria um tempo em que já não se empregaria dinheiro... Bastaria uma marca para comprar e vender! Que marca? Uma que hoje permite mediante computadores identificar o país de origem, cidade ou fábrica, o tipo de produto (incluindo homens e mulheres), assim como debitar ou abonar dinheiro eletronicamente na conta bancária de compradores e vendedores. Estamos vivendo tempos pré-apocalípticos, porque o micro chip que se implanta na pele, com um número de identificação binária, permite fazer toda transação comercial. Jesus vem! Glória a Deus!
O Código de barras e o número 666
“Aqui há sabedoria. O que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. E seu número é seiscentos e sessenta e seis” Ap 13.18. Definitivamente! O código de barras já foi decifrado. Você já percebeu que há duas barras verticais pretas e duas brancas à esquerda, ao centro e à direita... 666! O código europeu EAN é universal e admite blocos de seis cifras cada um. Agora, temos outro dado adicional: a bíblia diz que o Anticristo terá sua origem no hemisfério Norte Ocidental, Lugar onde se dispersou a cultura romana, a grega, a babilônica ou babélica. Sendo o governante mundial de uma grande Babel dos últimos dias (Dn 2;8.8-12;Ap 17.10-14) A marca da besta já está preparada! E mais ainda com o micro chip implantado!
“... Se alguém adora a besta (o Anticristo, o governante mundial) e a sua imagem, e recebe a marca em sua testa ou em sua mão, este também beberá do vinho da ira de Deus, que tem sido preparado puro no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre... e não terá repouso nem de dia e nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem ninguém que receba a marca de seu nome.” Ap 14.9b-11b.

Jesus vem para nos livrar da marca da besta
Ele vem pela segunda vez (I Ts 4.13-18). Deves esperar dos céus a Sua vinda. Ele nos livra da ira vindoura!(I Ts 1.10), vem nos resgatar (Ap 3.10) Tudo já está pronto! E nós?

domingo, 19 de julho de 2009

A Marca da Besta Está Preparada!(Parte 3) - Pastor Nelson Matos



Brevemente a identificação pessoal em Código de Barras
Deste modo, milhares (sim, isso mesmo: MILHARES!) de produtos farmacêuticos, alimentícios, máquinas de todo tipo, etc., estão sendo marcados com o Código de Barras. Dentro de poucos anos se começará a marcar o número de identificação (cifrado em código de barras), em cada um dos milhões de habitantes do mundo. O número de identificação está se convertendo em Único, pois está se uniformizando com ele: carteira de habilitação, passaportes, seguro social, cédula eleitoral, etc. Uma identificação Única é uma realidade não só em nosso país, mas já em todo o mundo. Dentro de pouco tempo, cada habitante do mundo será somente um número... Em código de barras (que desde 2005 está em um micro chip que se implanta dentro da pele).

A Marca da Besta e o Código de Barras (BINARIO)
Vivemos os últimos dias. A Palavra profética está para cumprir-se. O apóstolo João viu há 1900 anos o código de barras na frente ou na mão direita de todo habitante do mundo... ”E eis que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, se lhes pusesse uma marca na mão direita, ou na sua testa” (Ap 13.16). Com a tecnologia atual (deste tempo do fim), a influencia do Anticristo utilizará o código de barras (binário) para marcar, identificar e controlar as atividades de todo o ser humano. Com esta marca binária que os computadores decifram em segundos, as pessoas poderão efetuar qualquer transação comercial de compra e venda, sem utilizar dinheiro, tal como acontece hoje eletronicamente com os cartões de crédito e débito e o recentemente surgido ‘cartão mundial’ o “World Wide Card.” (W.W. C). Por exemplo, o número em código de barras da faixa magnética desse cartão W.W.C., será trocado de lugar: a testa ou a mão direita de todo ser humano. Agora sabemos que a mudança mencionada em 1991, se pode conseguir mediante um micro chip implantado dentro da pele com tecnologia de identificação mediante radiofreqüência RFID.